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UFPA quer todos os campi com programas de pós-graduação até 2020

Publicado: Segunda, 11 de Junho de 2018, 16h27 | Última atualização em Segunda, 11 de Junho de 2018, 16h49 | Acessos: 97

 

Criar oportunidades de oferta de pós-graduação nas cidades de Breves, Capanema, Salinópolis e Soure. Esta é a meta da Administração Superior da Universidade Federal para os próximos anos. O tema foi debatido durante o XXXI Fórum dos Coordenadores de Campi, realizado de 6 a 8 de junho, no Campus de Soure, na Ilha do Marajó. Além de criar novos cursos de mestrado e doutorado, a universidade também deseja ampliar a oferta de cursos e a qualidade dos já existentes.

A UFPA possui 124 cursos de pós-graduação, sendo 58 de mestrados acadêmicos e 40 de doutorados, em 89 programas de pós-graduação. Destes, 15 estão localizados fora da capital paraense. Das 11 cidades onde a Instituição possui sede, apenas os campi de Breves, Capanema, Salinópolis e Soure não contam com cursos de pós-graduação e a meta é trabalhar para mudar essa realidade.

Fórum Soure 1Propostas de cursos novos à Capes - O pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UFPA (Propesp), Rômulo Angélica, explicou as oportunidades e novidades referentes à interiorização dos cursos de mestrado e doutorado da UFPA. “São 15 programas de pós-graduação nos campi e pretendemos ampliá-los por meio ações diversas da própria universidade. No momento, há 23 propostas de criação de novos cursos (APCNs) submetidas à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), nos anos de 2017 e 2018, sendo cinco delas dos campi”. Elas serão avaliadas ao longo de 2018 com resultado previsto para o final de 2018.

Entre as novidades anunciadas para a pós-graduação está a possibilidade de oferta de turmas extras, de PPGs consolidados, a maioria de Belém, para os campi do interior. “Quem oferta ganha destaque no item inserção social na avaliação da Capes – que vem sendo cada vez mais valorizado, expande suas áreas e fronteiras de atuação e ganha ainda o potencial aumento do número de candidatos aos seus cursos de mestrado e doutorado”, defende Rômulo Angélica.

Além disso, a UFPA buscará maior participação nos Mestrados Profissionais em Ensino em Rede Nacional, ligados a qualificação de professores da rede pública, como o Profletras e o Profbio. “Com os novos editais já lançados ou previstos, teremos chances de participar destas redes e, como novos polos, e assim, levar cursos e recursos na área de pós-graduação aos municípios paraenses”, acredita o pró-reitor da Propesp.

Fórum Soure 2Nova fase de interiorização - Na UFPA, o vice-reitor Gilmar Silva anunciou o apoio institucional aos professores que se deslocarem aos campi para ministrar aulas de pós-graduação nas turmas extras flexibilizadas. “Vamos buscar os meios necessários para garantir os recursos necessários, especialmente para passagens e diárias”. A Propesp também estuda focar programas institucionais voltados à área para essa flexibilização de cursos, como o Programa de Apoio à Qualificação de Servidores Docentes e Técnico-Administrativos (PADT).

Para Gilmar Silva, a UFPA vive a terceira fase de seu processo de interiorização e que deve ser extremamente celebrada. “Primeiro deslocamos cursos de licenciatura para os campi. E isso ocorreu com extrema bravura há 30 anos atrás. Depois, levamos cursos de bacharelado. Agora é a vez da pós-graduação ir além de Belém. Queremos todos os campi com cursos de mestrado até 2020 e todos os campi que já têm esses cursos de mestrado irão trabalhar para aprovar a criação de cursos de doutorado, de maneira a ampliar o número de cursos, o local de oferta e também a qualidade dos nossos mestrado e doutorado”.

Fórum Soure 3Internacionalização – As iniciativas e políticas da UFPA sobre seus cursos e pesquisas também buscam a internacionalização da Universidade. Sobre o tema, Marília Ferreira, representante da Pró-reitoria de Relações Internacionais (Prointer) explicou as ações voltadas para o incentivo do domínio de outros idiomas entre pesquisadores e estudantes, para que os estrangeiros sejam devidamente recepcionados no Pará e para regular e estimular as parcerias internacionais na área de pesquisa.

“Estamos falando de pós-graduação e a tendência e necessidade é combiná-la com a internacionalização. Não vamos avançar com a pesquisa e pós-graduação nos campi se não nos envolvermos fortemente com as parcerias e ações internacionais. Toda vez que um pesquisador da UFPA faz pesquisa e traz colegas de outros países para eventos, pesquisas e bancas estamos fortalecendo a internacionalização da Universidade. Assim, todos somos responsáveis por ela!”, instiga Gilmar Silva, vice-reitor da UFPA. Além disso, a instituição estuda como levar os cursos livres de idiomas para as demais cidades, a fim de propiciar o ensino de línguas estrangeiras aos estudantes que estão fora de Belém.

Serviço:
XXXI Fórum de Coordenadores de Campi da UFPA
6 a 8 de junho, no Campus de Soure, na Ilha do Marajó.
Confira aqui a programação completa.
Saiba Mais no site do evento e na Front Page da programação no Facebook.

Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre Moraes

 

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